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Empresas auxiliam Estado a arranjar trabalho para desempregados

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As empresas privadas de recursos humanos vão colaborar com os centros de emprego com intuito de colocar os desempregados não subsidiados. O projeto deverá incidir inicialmente nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, já no primeiro semestre deste ano, de acordo com fontes do Governo e do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) contactadas pelo jornal Público.

Arranjar trabalho aos desempregados não subsidiados ou desempregados de longa duração que já esgotaram as suas prestações deste apoio.

É este o objetivo inicial do programa lançado pelo Governo, em parceria com as empresas privadas de recursos humanos que passa também, numa primeira fase, por abranger os inscritos nos centros de emprego das “áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto”, que se encontrem nestas condições, como confirmou ao Público o secretário de Estado do Emprego, Octávio Oliveira.

Apesar de ainda não ter sido traçado o perfil do ‘público-alvo’, em causa poderá estar uma colocação destes mesmos desempregados que possa reverter para as empresas de recursos humanos, segundo o Público.

Para delinear melhor o projeto, o IEFP está a analisar experiências internacionais, como é o caso do Reino Unido. “Numa primeira abordagem, procedeu-se ao levantamento e análise de boas práticas no âmbito da contratualização com entidades públicas ou privadas para a prestação de serviços de colocação, com possibilidade de serem incorporadas no serviço público de emprego português”, explicou àquele jornal fonte do instituto de emprego, salientando que se pretende “aferir quais os pontos fortes e os pontos fracos de cada um destes modelos” estrangeiros.

Acresce que, segundo a mesma fonte, a iniciativa em causa deverá arrancar ainda no primeiro semestre deste ano, altura em que se perspetivam “avanços significativos nesta matéria”.

Do lado das empresas também parece haver aceitação, mas tudo depende do “formato que está a ser equacionado”. Desta feita, o programa “deve ser feito de forma transparente para não levantar dúvidas”, destacou o presidente da Associação portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego, Joaquim Adegas.

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